Jardins de infância... Vão desde os tempos em que somos pequenos rebentos acabados de sair das barrigas das nossas mães, até ao tempo em que formos velhos e morremos.
Os primeiros é onde aprendemos as coisas básicas, como apertar os sapatos, a ler o nosso nome e a contar até dez; as boas maneiras e o respeito a outras pessoas que não os nossos pais.
Os segundos e que vão mudando ao longo da vida, são todos aqueles sitios que nos façam sentir bem, como crianças outra vez. Onde não temos que nos preocupar com nada, onde vamos para tirar todos os pensamentos maus que nos toldam o cérebro, sitios que nos acalmem e nos serenem...
Todas as situações pelas quais passamos pela vida, são desafios para encontramos esses jardins mágicos. Esses lugares tão fugazes, que quando os encontrarmos, devemos agarra-los e não os deixar fugir, cultivar todas as suas flores e árvores para ser o jardim mais belo de sempre.
Quando falo de lugares, não são obrigatoriamente lugares físicos.
Há pessoas que nos fazem sentir assim, como crianças; há pessoas que nos acalmam, que nos fazem esquecer tudo o que nos rodeia... São as pessoas que gostam de nós por aquilo que somos e que fazem com que gostemos delas.
Jardins são precisos, talvez mais que nunca. Jardins dão-nos estabilidade, integridade, equilibrio, fazem de nós pessoas melhores.
Encontrem os vossos... Quantos mais melhor!
A vida é para ser preenchida.
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