domingo, 25 de dezembro de 2011
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
domingo, 11 de dezembro de 2011
Hoje
Hoje sento-me e procuro-te.
Procuro-te nesta imensidão de outros grãos que se assemelham a ti.
Hoje sento-me e procuro.
Procuro um grão especifico no meio de milhões iguais a ele.
Hoje sento-me e vejo.
Vejo que o vento entrou de rompante, levou-te para lá, para longe ou talvez cá tenhas ficado. Já não sei. São tantos iguais a ti e a chamarem por mim.
Hoje sento-me e sou cego.
Não te consigo ver. Talvez pelas lágrimas que correm minha face, se for por isso então sei que estás em mim, a meu lado, dentor de mim.
Hoje sentei-me e tornei-me duna.
Uma montanha de pequenos grãos, todos parecidos contigo. Chamam por mim.
Mas eu só te quero a ti.
Procuro-te nesta imensidão de outros grãos que se assemelham a ti.
Hoje sento-me e procuro.
Procuro um grão especifico no meio de milhões iguais a ele.
Hoje sento-me e vejo.
Vejo que o vento entrou de rompante, levou-te para lá, para longe ou talvez cá tenhas ficado. Já não sei. São tantos iguais a ti e a chamarem por mim.
Hoje sento-me e sou cego.
Não te consigo ver. Talvez pelas lágrimas que correm minha face, se for por isso então sei que estás em mim, a meu lado, dentor de mim.
Hoje sentei-me e tornei-me duna.
Uma montanha de pequenos grãos, todos parecidos contigo. Chamam por mim.
Mas eu só te quero a ti.
Mas
Mas porquê?
Mas o que foi?
Mas que bonita que tu és.
Mas que coisa infernal é esta agora?
Mas, mas, mas, mas, mas….
Mas que coisa chata o tempo que passa e nos leva a vida, toma-nos os erros que não cometemos, que cometemos, que nos acusam.
Ah que coisa essa de um “mas”. Uma mera hipótese.
Mas se eu tivesse feito isto. Mas se eu fosse diferente. Mas se tu fosses diferente, não igual a mim, mas como eu quero.
Não és, não sou, não vamos ser. Acabem-se os mas!
Mas o que foi?
Mas que bonita que tu és.
Mas que coisa infernal é esta agora?
Mas, mas, mas, mas, mas….
Mas que coisa chata o tempo que passa e nos leva a vida, toma-nos os erros que não cometemos, que cometemos, que nos acusam.
Ah que coisa essa de um “mas”. Uma mera hipótese.
Mas se eu tivesse feito isto. Mas se eu fosse diferente. Mas se tu fosses diferente, não igual a mim, mas como eu quero.
Não és, não sou, não vamos ser. Acabem-se os mas!
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