domingo, 11 de dezembro de 2011

Mas

Mas porquê?
Mas o que foi?
Mas que bonita que tu és.
Mas que coisa infernal é esta agora?
Mas, mas, mas, mas, mas….
Mas que coisa chata o tempo que passa e nos leva a vida, toma-nos os erros que não cometemos, que cometemos, que nos acusam.
Ah que coisa essa de um “mas”. Uma mera hipótese.
Mas se eu tivesse feito isto. Mas se eu fosse diferente. Mas se tu fosses diferente, não igual a mim, mas como eu quero.
Não és, não sou, não vamos ser. Acabem-se os mas!

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